
Realizou-se, esta quarta-feira, o sorteio da Liga BPI, principal campeonato nacional de futebol feminino. O sorteio, condicionado – por pender no Tribunal Arbitral do Desporto (TAD) a decisão da inscrição do Damaiense, por incumprimento dos requisitos necessários para participar no campeonato -, manteve a formação da amadora no lote das equipas. De “fora” ficou o FC Famalicão que, em junho passado, foi convidado pela Federação Portuguesa de Futebol a ocupar o lugar do emblema incumpridor.
O Damaiense, no início de julho, interpôs providenciar cautelar contra a decisão da Comissão de Licenciamento da Federação, tendo recebido luz verde do Tribunal Central Administrativo Sul para ser integrado na competição.
CIDADE HOJE sabe que uma decisão definitiva está para breve e que a Comissão federativa reitera os argumentos de incumprimento do Damaiense. Por outro lado, o FC Famalicão, que se tornou assistente no processo, aguarda uma decisão, confiando que a salvaguarda das regras de participação no campeonato seja assegurada e cumprida por todos os clubes, para defesa da verdade desportiva e da integridade da competição.
Nesta fase, o clube liderado por Pina Ferreira não se pronuncia sobre o processo, mas fonte contactada por CIDADE HOJE avança que «há muita serenidade porque sabemos que neste tipo de processos há procedimentos a cumprir. Ao Famalicão cabe acompanhar, fazer valer os seus argumentos e direitos, mas serenos até ao fecho deste processo». O clube preparou um plantel para competir na Liga BPI, «cumprindo todos os critérios como infraestruturas, recursos humanos e aspetos financeiras a que todos os clubes estão obrigados».






