
A têxtil Rifer, sediada em Vila Nova de Famalicão, terá de recorrer aos tribunais do Paquistão para tentar reaver 169 mil euros, após alegar ter recebido fio para tecelagem com defeito, material que acabou por não poder ser usado na produção.
O caso chegou aos tribunais portugueses, mas o Supremo Tribunal de Justiça decidiu que o litígio deve ser tratado no Paquistão, uma vez que os contratos entre as empresas indicam esse país como foro competente em caso de conflito.
A empresa famalicense alegou dificuldades em avançar com o processo naquele país, mas a decisão judicial manteve a obrigatoriedade de recorrer à justiça paquistanesa.






