
O Governo propôs esta quarta-feira um aumento progressivo do subsídio de refeição na Função Pública de 10 cêntimos por ano, entre 2027 e 2029, atingindo os 6,30 euros no final desse período. A proposta foi apresentada durante uma reunião com os sindicatos no Ministério das Finanças, em Lisboa.
O coordenador da Frente Comum, Sebastião Santana, classificou a proposta como “perfeitamente miserável”, recordando que o valor atual, fixado em seis euros, foi definido em 2023 pelo anterior Governo de António Costa.
A Frente Comum lamentou ainda que esta tenha sido a única novidade face à proposta de adenda ao acordo plurianual em vigor, acusando o Executivo de continuar a fazer os trabalhadores da Administração Pública “perder poder de compra”.
Sebastião Santana antecipou que a marcha nacional da CGTP, marcada para 8 de novembro, será “determinante” para reforçar a luta dos trabalhadores, admitindo que uma greve geral “não está fora de questão”.
A próxima reunião com os sindicatos está agendada para 12 de novembro.






