“A Associação Nacional de Restaurantes, a PRO.VAR fez as contas e afirma que, com as atuais regras, que restringem a limitação, o funcionamento dos espaços e aumentam substancialmente os custos, faz com que os restaurantes não sejam economicamente viáveis”, lê-se num comunicado de imprensa enviado à comunicação social.
Também a Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP), reconhecendo a “necessidade de reabertura gradual da economia e aceitando os necessários condicionamentos de natureza sanitária”, constata “o forte impacto económico que o surto pandémico continuará a provocar nas empresas de restauração e bebidas”, defendendo a aplicação temporária da taxa reduzida de IVA nos serviços de alimentação e bebidas, a exemplo da orientação que outros países da Europa procuram seguir”, lê-se em comunicado divulgado.
A Direção Geral da Saúde (DGS) publicou na sexta-feira, dia 8 de maio, um conjunto de regras para a restauração, um setor que vai começar a reabrir a partir do dia 18 de maio no contexto da pandemia de covid-19.
Segundo a associação PRO.VAR, as novas regras da DGS são uma “meia vitória”, porque não podem estar dissociadas de um “conjunto de propostas a implementar cronologicamente”, designadamente o ‘lay-off’ para todos os sócios gerentes e parcial para os trabalhadores, até ao final do ano e a “descida do IVA das comidas de 13% para os 6%” para a viabilização e recuperação económica do setor”.

















