O governo respondeu negativamente ao pedido do deputado famalicense na Assembleia da República, Jorge Paulo Oliveira, para que o horário da Loja de Cidadão de Famalicão fosse alargado.
O deputado defendeu junto do Secretário de Estado da Digitalização e da Modernização Administrativa o alargamento de horário, alegando que aquele que vigora, contemplando apenas os dias úteis, das 09h00 às 16h30, “é manifesta e simplesmente insuficiente para fazer face à procura verificada”. Na interpelação dirigida ao Governo, o famalicense refere que “são frequentes as filas de pessoas, como é frequente não ser possível a obtenção de senha de atendimento, dada a inviabilidade daquele ter lugar no horário de funcionamento”.
Na resposta, o Governo diz não ignorar “o importante papel desempenhado pela Loja de Cidadão de Vila Nova de Famalicão”, no entanto “o pedido de alargamento de horário efetuado ainda não pode ser acolhido por estar dependente da disponibilidade de recursos das entidades nucleares integradas na Loja”, neste caso o Instituto dos Registos e Notariado, Autoridade Tributária e Instituto da Segurança Social.






