Famalicão: Iniciativa Liberal exige medidas contra a «crescente degradação das condições do hospital»

adminConcelho9 months ago108 Views

Os Núcleos da Iniciativa Liberal de Famalicão, Trofa e Santo Tirso dizem ser «inaceitável» que «continuemos a assistir à degradação progressiva de um hospital de referência regional, enquanto o Estado se mostra ineficaz e indiferente». Daí, exigem «uma rápida» identificação das necessidades de melhorias na cantina e uma diligente ação de colmatação das falhas»; o reconhecimento da importância estratégica do CHMA para o Médio Ave; a elaboração de um plano de médio prazo que «reforce a resiliência do Hospital e a sua capacidade de prestar cuidados de saúde de qualidade»; e uma gestão mais eficiente, transparente e com maior autonomia local.

Em comunicado, a Iniciativa Liberal diz que esta posição pública, agora assumida, vem no seguimento «da crescente degradação das condições do Hospital» e das «falhas na cantina» detetadas pela ASAE e que foram notícia pública.

Na opinião da Iniciativa Liberal, o «Hospital de São João de Deus tem sido vítima de anos de desinvestimento e ausência de uma estratégia eficaz por parte do Estado. As consequências estão à vista: infraestruturas envelhecidas, tempos de espera elevados e condições de trabalho cada vez mais precárias para os profissionais de saúde que nele trabalham. O facto de também agora a cantina apresentar falhas significativas, que colocam em risco a saúde de utentes e profissionais de saúde, é inadmissível, exigindo-se uma resposta célere e eficaz da administração e Ministério da Saúde, de forma a que as condições de segurança sejam repostas».

A Iniciativa Liberal defende uma reforma estrutural do Serviço Nacional de Saúde, que passe por mais autonomia de gestão, maior responsabilização e liberdade de escolha para os cidadãos. Para a IL, «o atual modelo centralizado falha sistematicamente em responder às necessidades reais das populações e à urgência de modernização das unidades hospitalares como o Hospital de Famalicão». Acrescenta que a saúde não pode continuar «a ser refém da inércia estatal. O Estado deve estar ao serviço dos cidadãos — não o contrário».

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