
A greve dos trabalhadores da CP – Comboios de Portugal, marcada para esta quarta e quinta-feira, não vai contar com serviços mínimos. A paralisação insere-se num período mais alargado de protesto entre os dias 7 e 14 de maio.
Segundo o Tribunal, a fixação de serviços mínimos foi considerada desaconselhável devido a riscos para a segurança dos utentes nas estações e composições, mesmo tendo em conta a elevada procura nas linhas urbanas de Lisboa e Porto. Ainda assim, deverão ser assegurados os serviços de emergência, socorro, segurança e manutenção, além da condução dos comboios já em circulação até ao destino.
A greve foi convocada por 14 sindicatos contra os aumentos salariais impostos, que, segundo os representantes dos trabalhadores, não compensam a perda de poder de compra. Exigem também a negociação de aumentos dignos e a aplicação de um acordo de reestruturação salarial previamente negociado.






