Com o anúncio do fecho do posto dos CTT na freguesia de Lousado, a junta procura agora perceber que alternativas estão disponíveis para que a população não se veja privada dos serviços prestados até então.
Depois de ter reunido na última quinta-feira com a administração dos correios, o presidente da junta de Lousado Jorge Ferreira, ficou a perceber quais são os planos dos CTT para aquela freguesia.
Em cima da mesa estão três soluções:
Jorge Ferreira entente que, todas soluções disponíveis, a que menos prejudica a população acaba por ser a primeira, contudo, a migração dos serviços para o edifício da junta de freguesia implica a realização de obras, que deverão ser pagas pela autarquia, e a contratação de um funcionário que, apesar de ser pago com dinheiro público, vai estar ao serviço dos CTT.
Entretanto a administração dos correios já fez saber que, com o fecho do posto de Lousado no final deste mês, a empresa deixa de ter capacidade para manter o BANCO CTT em funcionamento naquela freguesia.






