“Já é um tempo de termos um hino menos bélico, que incentive menos às guerras. Não gritemos mais ‘às armas, às armas’ e não marchemos mais ‘contra os canhões’. Os nossos filhos não precisam disso e a nova emancipação não pode ser territorial. Que seja mental, espiritual, com amor”, justificou o artista.
A sugestão foi dada durante a Grande Conferência comemorativa dos 50 anos do Jornal Expresso.

















