O PDR, a Aliança, o Nós, cidadãos!, a Iniciativa Liberal e o PURP apresentam-se também pela primeira vez a eleições europeias.
No boletim de voto os partidos estão inscritos pela seguinte ordem: PCTP, PDR, PAN, PS, Aliança, PNR, Nós, cidadãos!, PTP, PSD, BE, Iniciativa Liberal, MAS, CDS, PURP, Basta, LIVRE e CDU.
Em 2014, o PS obteve oito mandatos, o PSD/CDS sete, o PCP-PEV três, o MPT dois e o BE um mandato.
Há cinco anos, votaram 33.91% de eleitores e a abstenção foi de 66.09%.
As europeias deste ano em Portugal ficam também marcadas pelo fim do número de eleitor e pela possibilidade de todos os eleitores poderem votar antecipadamente, desde que o peçam.
A abolição do número de eleitor foi uma das mudanças da lei, passando o votante a ser identificado pelo número de identificação civil.
Na prática, e uma vez que já tinha acabado o cartão de eleitor (o seu número constava do cartão de cidadão), a mudança mais visível será a ordenação dos cadernos, que passa a ser feita por ordem alfabética: cada cidadão terá de procurar a sua mesa de voto pelo primeiro nome, em vez do número de eleitor, o que, em alguns casos, poderá conduzir a mudanças nos locais de voto.
Outra das mudanças mais significativas na legislação eleitoral é que o recenseamento de cidadãos residentes no estrangeiro passa a ser automático, desde que tenham cartão de cidadão.
A introdução da matriz em braille para os eleitores com deficiência visual poderem votar de modo autónomo é outra alteração prevista na lei.
As matrizes de braile, em tudo idênticas aos boletins de voto, serão disponibilizadas em todas as mesas de voto. Os cidadãos com deficiência visual podem sobrepor as matrizes em braile ao boletim de voto, de forma a permitir a sua leitura e indicação expressa do voto, garantindo assim a autonomia e confidencialidade do voto.