No mesmo período, a produção renovável abasteceu 67% do consumo, repartida pela hidroelétrica com 34%, eólica com 24%, biomassa com 7% e fotovoltaica com 2,3%, apresentando neste último caso, proporcionalmente, o maior crescimento. A produção não renovável abasteceu 28% do consumo, praticamente apenas com gás natural, mantendo o carvão uma produção residual.
Neste período, acrescenta, registou-se um saldo importador equivalente a cerca de 5% do consumo nacional.
No mercado de gás natural, segundo a REN, o consumo nacional acentuou a tendência de queda verificada no mês anterior, com uma queda homóloga de 32%, resultado de uma variação negativa de 28% no segmento convencional e, também, negativa em 40% no segmento de produção de energia elétrica.
A redução no segmento convencional tem a influência de grandes consumidores que anteciparam as suas paragens anuais, justifica a REN.
No período de janeiro a maio registou-se uma redução no consumo de 2,1%, com o crescimento de 18% no mercado elétrico a não ser suficiente para compensar a quebra de 8,7% no segmento convencional.