Um estudo sobre o impacto da pandemia nos cuidados de saúde em Portugal revela que num ano registou-se uma redução de 46% nas consultas médicas presenciais nos centros de saúde, de 40% nas urgências hospitalares e de 25% nas cirurgias.
O estudo foi promovido pelo Movimento Saúde em Dia, realizado pela consultora MOAI, com dados do Portal da Transparência do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Nos cuidados de saúde primários, desceram as consultas presenciais mas as consultas não presenciais cresceram 130%, foram mais 11.965.498.
Relativamente aos hospitais do SNS, o estudo aponta uma redução de 4,5 milhões de contactos no primeiro ano de pandemia, entre consultas, urgências, cirurgias e internamentos.
Os casos considerados mais graves ou urgentes, com pulseira vermelha, reduziram-se 22%, os episódios com pulseira laranja caíram 31% e os com pulseira amarela 40%.
Realizaram-se também menos 176.057 cirurgias (25%), das quais 162.464 (26%) eram programadas e 13.593 urgentes (13%).






