«O país está na expectativa naquilo que vai anunciar António Costa no dia 5 de janeiro, inclusive as escolas. Temos de pôr em cima da mesa o segundo período letivo que todos queremos que seja presencial, mas não podemos escamotear que possa ser à distância», analisou Filinto Lima.
A decisão, prossegue, vai depender muito do nível de infetados que houver nessa data. Se essa for a decisão do Governo, Filinto Lima acredita que as escolas estão preparadas, porque já «durante o primeiro período foram imensas as turmas, sobretudo dos mais jovens, que confinaram e o regime de ensino à distância funcionou».


















