Segundo os dados adiantados pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (DGES), as denúncias chegam à DGES sobretudo por email, um dos canais disponibilizados pelo efeito. A linha telefónica não recebeu no último ano letivo qualquer contacto, mas em 2016-2017 foram analisadas cinco queixas transmitidas por essa via.
As denúncias são “sempre encaminhadas aos responsáveis das Instituições, dando resposta aos autores da denúncia prestando todas as informações sobre as diligências efetuadas em cada caso”, refere a tutela.
No último ano letivo chegaram à DGES queixas com origem na Universidade do Minho, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Universidade da Beira Interior, Escola Superior de Administração, Comunicação e Turismo de Mirandela do Instituto Politécnico de Bragança (com duas denúncias), Escola Superior de Hotelaria e Turismo e na Escola Superior de Media, Artes e Design do Instituto Politécnico do Porto, Instituto Superior de Contabilidade e Administração do Porto do Instituto Politécnico do Porto, Universidade de Évora, e Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra.
“No seguimento da procura de ações contra as manifestações de abuso, humilhação e subserviência de estudantes, sejam elas no espaço público ou dentro das instituições, foi criado em 2017 e de forma continuada o movimento Exarp, que pretende destacar as iniciativas exemplares de integração de novos estudantes nas instituições de ensino superior”, sublinha o MCTES, referindo ainda que este movimento, desde a sua criação, já desenvolveu cerca de 390 atividades no seu âmbito de ação.
Nessas ações estiveram envolvidos movimentos estudantis, entidades ligadas ao desporto, cultura e ciência e cidadãos em nome individual.

















