
Nas várias reações políticas à mensagem de Ano Novo do presidente da República, a do CDS chegou pela voz de Durval Tiago Ferreira, a partir de Vila Nova de Gaia, na sede concelhia do partido.
O famalicense considerou que Marcelo esteve à altura num mandato em que Portugal viveu momentos difíceis, como a pandemia covid-19 e a guerra na Ucrânia. O porta-voz do CDS descreveu Marcelo Rebelo de Sousa como «um farol de responsabilidade» e de «alguma tranquilidade».
O dirigente famalicense, que integra a Comissão Executiva do CDS, analisou que foram «dois mandatos marcados por circunstâncias exigentes: o final da intervenção da troika, incêndios devastadores, uma pandemia sem precedentes e uma guerra na Europa com impacto direto em Portugal e no mundo».
Esta quinta-feira, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que Portugal terá um futuro melhor. Na sua última mensagem de Ano Novo como chefe de Estado, fez votos de um 2026 com melhorias em vários setores, «com ideias, soluções e pessoas novas», considerando que «é essa a natureza e a força da democracia».
A menos de três semanas das eleições presidenciais de 18 de janeiro, o Presidente da República pediu um 2026 com mais saúde, educação, habitação, justiça e tolerância em Portugal, com mais emprego e menos pobreza. Em termos globais, pediu mais desenvolvimento, mais justiça, mais liberdade, mais igualdade, mais solidariedade.






