Depois de uma entrada fulgurante na I Liga, com três vitórias consecutivas, o Famalicão, com o empate sem golos com o Nacional, vai para o quarto jogo sem vencer.
Perante a formação da Madeira, que começou o jogo com um futebol curto, a apostar no empate, o Famalicão prometeu nos primeiros minutos, mas nem sempre cumpriu a promessa.
A equipa apostava em regressar às vitórias, mas as aproximações à baliza contrária não resultaram em claras oportunidades de golo. Neste particular, sofreu um revés com a lesão de Sorriso, instantes antes de se cumprirem os primeiros 10 minutos. Gil Dias foi o escolhido para a entrada prematura e cumpriu com qualidade.
Depois da meia hora, o jogo conheceu algumas paragens e um árbitro a ajudar à “festa”. Um contexto que servia mais os interesses dos visitantes.
Na segunda parte, novamente mais Famalicão que manteve a tendência de não ser capaz de criar verdadeira sensação de golo, apesar de várias jogadas junto da baliza adversária. No entanto, aos 75 minutos, Gil Dias, no interior da área e em posição frontal, atirou à figura do guarda redes contrário.
O Nacional foi crescendo e, com o relógio a andar, começou a provocar algum nervosismo e falta de paciência na equipa famalicense que, incapaz de chegar ao golo, vai para a quarta partida consecutiva sem vencer: derrota em Guimarães e os empates com o Gil Vicente, Moreirense e, este domingo, com o Nacional.
Deste dia, realce para a homenagem a Luís Oliveira, funcionário do FC Famalicão, que vai reformar-se após 35 anos ao serviço do clube e deu o pontapé de saída simbólico.






